Confere as ondas de um swell de 2 dias.

Foi a meio de junho, há quase um mês, que a Laje do Avalanche voltou a dar sinal depois de um longo período de ausência – irrompendo pela Internet sem qualquer etiqueta ou pré-aviso.

Foi um swell de apenas 2 dias, mas o suficiente para mostrar as garras e a qualidade do spot que, já agora, fica situado a aproximadamente 5 quilómetros da costa – em Vila Velha, Espírito Santo, Brasil. “Em 30 anos de bodyboard, o dia de hoje foi sem sombra de dúvidas mais que especial – altas ondas num slab monstruoso só com os amigos. Até aí tudo bem não fosse esse slab o Avalanche! O poder que esse lugar tem é surreal e hoje, apesar do swell não estar tão grande, a perfeita combinação dos fatores fizeram com que a magia acontecesse. O que se viu foram tubos e mais tubos surfados de forma intensa num mix de sentimentos entre adrenalina e euforia e, claro, muita amizade e risadas. Abençoados pelo Espírito Santo. Amém!”, comentou Paulo Roberto, uma das feras capixabas do bodyboard.

“Fiquei das 6h da manhã até as 11 horas fotografando dentro d’água. O Avalanche é um lugar extremamente difícil no posicionamento, às vezes você até toma uma onda na cabeça, o que lá não é nada legal, mas foi um dia incrível ver toda aquela perfeição que estava o mar hoje, tanto as ondas surfadas e as que não deram para ser surfadas, nunca tinha visto nada parecido em termos de tamanho e qualidade juntos.”

– Diego Silva

Aproveita e observa Bernardo Nassar, André Majevski, Breno Kuster, Lucas Rocha, Paulo Roberto, Carlos Bellumat e Diego Silva (o fotógrafo de serviço) numa das maiores sessões do ano. xxx


Todas as imagens de Diego Silva @ds.images, cortesia de @nxfbodyboard