Alguns surfistas da nossa praça, como por exemplo o sempre divertido João Kopke (na imagem e vídeo em anexo), aproveitaram a potência da ondulação gerada pela tempestade Dóris para surfar em locais poucos habituais.

Enquanto a armada do bodyboard desbravava os cotovelos e percorria os céus da praia de Paços d’Arcos, em pleno Rio Tejo foi possível, bem, ver surf. O palco? Nada mais nada menos do que a sempre bela e bem velhinha Torre de Belém. 

Sobre a insólita experiência, o surfista da Linha confidenciou à Vert:

“Foi um dos sítios mais mágicos em que me levantei numa prancha. Foi uma experiência que vou guardar para sempre. Sinceramente, vai ser difícil bater isto, mas acreditem que vou continuar a procurar e a tentar surpreender-vos.”

Num incrível cartão postal 100% lisboeta, a questão que se impõe agora é só uma: Terá sido esta uma surfada histórica ou simplesmente carregada de História?

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