Mike Stewart é a lenda viva do Bodyboard e também do Bodysurf. O havaiano detém 9 títulos de campeão mundial de Bodyboard e por 15 vezes venceu o Internacional de Pipeline em Bodysurf. Ainda assim, apesar dos 55 anos, mantém-se em grande forma e continua a elevar os parâmetros. 

Recentemente, encontrava-se ainda a competir em Portugal, no mundial da Nazaré, quando recebeu o convite para se juntar a uma equipa de bodysurfers em Teahupoo para produzir algumas imagens. O swell era de feição e Mike não hesitou. No entanto, numa das sessões, sentiu na pele a fúria da bancada taitiana. 

“Na última onda eu descobri uma nova técnica que me levou a ser mais rápido, diretamente do tubo para a parede. Enterrei os dois braços, tentei ir mais rápido e sair na frente da espuma. A ideia era penetrar melhor na face da onda e sair, evitando ser sugado em direção ao reef. Foi um erro miserável. Ao mergulhar na onda senti aquela sensação do meu corpo a ser chupado, sem qualquer escapatória. A início em câmara lenta, mas logo depois rapidamente em direção à bancada!”

Segundo o próprio Mike, as lesões sofridas foram algumas das mais graves da sua carreira e esta foi apenas a segunda vez em que foi forçado a receber pontos graças a acidentes resultantes do surf. “Uma lição bem dolorosa que não pretendo repetir”, garantiu a lenda. 

Ficam os votos de uma recuperação rápida. 

When you seek to define your personal limits eventually you’ll find them. While in Portugal recently I got the call from the new @we_the_bodysurfers_the_movie that there was a swell in Tahiti, after reviewing the @surfline forecast I was all in. I was having a great session until the end of my last wave when good things came to an abrupt halt. As I rode my last wave I found a new technique that took me faster, out of the barrel and onto the shoulder. I then tucked both arms in, attempting to go faster still, to get out in front of the white water snow ball. The idea being to better penetrate the waves face and cut out, avoiding the dreaded inside suck over onto the dry reef. It was a miserable fail. As I dove into the wave face I soon felt that inescapable, eerie anxiety of my body getting sucked over backwards. At first almost in slow motion, I then quickly accelerated downward into the reef, bouncing hard along the messed up craggy bottom. I suffered what must be my worst contusions ever surfing and only the second time I ever got stitches riding waves. A sore lesson that I don’t plan on repeating. Clip by @ig.prod@vipersurfingfins #msviperfins #patagoniasurf @we_the_bodysurfers_the_movie #bodysurfing #teahupoo

Publicado por Mike Stewart em Quinta-feira, 25 de Outubro de 2018

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