De acordo com a plataforma Airbnb, em 2017, cerca de 170 mil pessoas permaneceram em comunidades exclusivas de Surfing um pouco por todo o mundo – de Pupukea, no Havai, a Mundaka, no País Basco, passando por Peniche, em Portugal, até Jeffreys Bay, na África do Sul.

Nesse sentido, a Airbnb revelou há pouco tempo um relatório com 12 dos destinos de surf mais importantes do mundo. Entre os spots mencionados, Peniche é a única região portuguesa que faz parte da dúzia de destinos indicados pela organização. 

Mais de 16 mil hóspedes estiveram alojados na zona de Peniche em casas anunciadas na plataforma, enquanto Madrid, Lisboa, Paris, Londres e Hamburgo são as principais cidades de origem dos visitantes que viajaram para Peniche no ano passado.

No relatório, Peniche (16 mil visitantes) rivaliza com algumas emblemáticas zonas de surf do velho continente, como Mundaka (1.400), no País Basco, ou Soorts-Hossegor (11.500), em França, e parece levar a melhor nas contas finais de 2017. 

Em todo o caso é de salientar que, a nível internacional, até pela dimensão e oferta de alguns países, o panorama é precisamente diferente com Keramas, na Ilha de Bali, Indonésia, a levar o primeiro lugar no ranking (355 mil visitantes), seguida de Margaret River (39 mil), Bells Beach (26 mil), Waimea Bay/Pipeline (21 mil), Jeffreys Bay (9.300), Anchor Point (5.300), Saquarema (3.900) e Arica (3.300). 

Com exceção de Keramas, tanto Bells Beach como Margaret River, na Austrália, como Chiba, no  Japão, que preenchem os lugares cimeiros da tabela apresentada, têm um número inferior de ofertas listadas relativamente a Peniche – cujo total está fixado em 660. 

Segundo o estudo, os anfitriões Airbnb de todo o mundo faturaram mais de 23 milhões de euros nos principais destinos de Surfing. 

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