Gabriel Medina, campeão mundial de surf em 2014, já havia carregado no início do mês, pelas ruas de Brasília, a tocha olímpica. Na altura, o jovem surfista recebeu a tocha das mãos de Adriana Araújo, pugilista medalhada nas olimpíadas de 2012, e acabou por a entregar a Paula Pequeno, atleta bicampeã olímpica em voleibol.

 Outros ídolos do desporto e personalidades foram escolhidos para carregar a tocha (cerca de 12 mil), mas o que importa saber é que cerca de trezentas cidades receberão a tocha olímpica durante os próximos três meses até chegar chegar ao Rio de Janeiro, a 5 de agosto, onde será acesa a pira olímpica.

Desta forma, há dois dias foi a vez de Neymara Carvalho, pentacampeã mundial e octacampeã brasileira de bodyboard, carregar a tocha pelas ruas da sua cidade, Vitória, no Estado do Espírito Santo. A atleta comentou mais tarde nas redes sociais: 

“Um dia incrível na minha história.”

 Esta é a primeira vez que os Jogos Olímpicos têm lugar na América do Sul e a segunda vez na América Latina, depois da Cidade do México em 1968. Será também a terceira vez que acontecerão no hemisfério sul, depois de Melbourne em 1956 e Sydney em 2000.

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