Pelo terceiro ano consecutivo, os Barbie Awards regressaram para distinguir uma série de mulheres portuguesas verdadeiramente inspiradoras. A edição deste ano aconteceu na passada quinta-feira, dia 11 de outubro, Dia Internacional das Raparigas, em Lisboa, e homenageou Ana Moura, Cláudia Vieira, Conceição Queiroz, Gisela João, Joana Vasconcelos, Madalena Amaral, Raquel Strada, Telma Monteiro, Zita Martins e ainda Joana Schenker que receberam bonecas one-of-a-kind idênticas a si.

Para marcar o Dia Internacional das Raparigas a Barbie anunciou em todo o mundo, uma iniciativa de longo prazo, denominada ‘Dream Gap Project’, que tem como objetivo chamar a atenção para os fatores limitadores que impedem as meninas de acreditarem no seu verdadeiro potencial – sobretudo graças a um conjunto de estereótipos culturais.

A confiança das raparigas nelas próprias é impactada por estes fatores limitadores, por isso, a Barbie está empenhada em destacar exemplos em todo o mundo de mulheres que são modelos a seguir nos quais as meninas se podem inspirar a seguir os seus sonhos. O ‘Dream Gap Project’ pretende mover a sociedade para apoiar meninas a pensarem que podem mesmo ser o que quiserem.

Num inquérito desenvolvido pela Mattel Portugal em setembro do presente ano, sobressai a atualidade da questão sobre a igualdade de oportunidades, onde 64% dos inquiridos não acreditam que as raparigas têm atualmente, as mesmas oportunidades profissionais que os rapazes. Por isso, a Barbie quer com estes prémios divulgar exemplos de mulheres portuguesas  modelo, que continuam a  inspirar mais meninas pelo mundo inteiro. Porque pensar que podem ser o que quiserem é o início, mas ver alguém que realmente conseguiu faz a diferença.

Os Barbie Awards 2018 homenagearam assim dez mulheres portuguesas que consideram ser inspirações para as novas gerações de raparigas, entre elas Joana Schenker, luso-alemã de 31 anos que foi campeã mundial de bodyboard em 2017, é 5x campeã nacional e 4x campeã europeia. 

“As pessoas não devem desistir dos seus sonhos, porque se queremos muito alguma coisa, se gostamos muito dela, temos de nos esforçar, manter o foco e mais cedo ou mais tarde vamos conseguir. Eu faço bodyboard há 17 anos, compito há 15 e só depois de 15 anos, em 2017, é que venci o circuito mundial e fiz história no desporto português. A persistência dá frutos. Mas também é importante divertirmo-nos ao longo desse caminho”, acabou por dizer a algarvia.


Fonte: Lux & Magg | Fotos: Joana Schenker

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