Bruno Norberto, 29 anos, é um dos assíduos fotógrafos de bodyboard da nossa costa. Natural de Odivelas, iniciou-se na arte dos disparos há cinco anos, tantos quantos fotografa o desporto. Tudo começou numa viagem a Nova Iorque em 2009, altura em que adquirir uma máquina fotográfica de elevada performance e, desde então, passou a levá-la consigo para todas as sessões de bodyboard com os amigos.

Uma mão cheia de anos volvidos e Bruno Norberto já captou alguns momentos emblemáticos no desporto, entre as quais as dez chapas presentes nesta que é a primeira galeria da série “Boogie Frames”, que dá a conhecer algumas figuras por detrás das lentes que captam os melhores momentos de bodyboard um pouco por todo o país.

 

Quando e por que é que começaste a fotografar bodyboard?
Desde muito novo que gosto de fotografia, mas sempre tive máquinas compactas. Até que em 2009 fui a Nova Iorque e decidi comprar uma máquina mais sofisticada para fazer registos da viagem. Daí comecei a levá-la comigo quando ia surfar e no fim das sessões ficava sempre a fotografar a malta na praia.

O que têm a fotografia e o bodyboard que te atraem?
Poder registar aquele momento único, seja tubo, manobra ou até uma paisagem.

Que outras paixões tens na vida e de que modo se refletem no teu trabalho?
Gosto de viajar, ouvir música e de desporto.

O que fazes para viver e onde se encaixa a fotografia?
Trabalho na área da informática e a fotografia é apenas um hobby.

O que é que te influencia? Que fotógrafos te servem de referência?
Clark Little, Ricardo Bravo, Ricardo Amaral, Nuno Dias, Chris Burkard, só para nomear alguns.

O que é que te dá mais pica de fotografar no bodyboard?
É complicado escolher, depende do momento em si, mas talvez empty waves.

Quem é o teu rider favorito de fotografar? E onda?
Todos os que surfam bem e são atirados. El Frontón, sem dúvida.  É fantástico poder estar ali apenas a observar.

Onde publicas e partilhas o teu trabalho?
Na minha página de Facebook.

Fazes bodyboard?
Sim, é um desporto muito divertido, recompensador e promove o contacto com a natureza.

Descreve-nos o que seria para ti a chapa perfeita de bodyboard.
Uma onda perfeita, pesada, com o mar muito azul e uma paisagem brutal por trás e alguém a disparar um aéreo gigante.


Fotografia: Bruno Norberto | Facebook

 

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